TOBAGO, UM LUGAR QUE ME FEZ REVER CONCEITOS-
Quando contei a alguns amigos que passaria uns dias em Trinidad e Tobago, a reação foi quase sempre a mesma: “o que você vai fazer lá?”. Impressiona como um destino tão próximo do Brasil ainda é tão pouco conhecido.
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A única referência que eu tinha não era das melhores, e alguns relatos apontavam preocupações com Trinidad, enquanto destacavam Tobago como mais tranquila. Fiquei em dúvida, mas decidi ir. E essa foi a primeira lição da viagem: não criar estereótipos sobre o que a gente não conhece.
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Estou indo embora depois de oito dias na ilha com uma sensação difícil de explicar. Em poucas vezes vi um povo tão disposto a ajudar. Educação, cuidado e uma vontade genuína de que eu tivesse uma boa experiência. Pareciam felizes por me ver ali, como se quisessem que eu levasse a mensagem adiante.
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O turismo ainda não é massificado. As praias são dos locais, a rotina é simples e verdadeira. E estar inserido nisso é raro.
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Também vivi um daqueles momentos que marcam. Comi um dos melhores peixes da minha vida, preparado ali mesmo na areia, na folha de bananeira, com tempero local. Quem fez ficou me olhando provar. Quando elogiei, comemorou como se fosse uma conquista dele também.
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Foram conversas, orientações e uma sensação constante de acolhimento. Em nenhum momento me senti pressionado ou enganado. Apenas bem recebido. Isso, infelizmente, tem sido raro.
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Se você busca uma viagem onde a essência das pessoas vale mais do que o luxo, comece a olhar para Tobago com mais atenção.
Matheus Boa Sorte 9Facebook)
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