Não sei o que há de vago
de Incoercível puro,
no vôo em que divago
A tua busca, amor!
no vôo em que procuro
o bálsamo, o aroma,
que se uma forma toma
é de impalpável flor!
oh como eu te aspiro
na ventania agreste,
oh como eu te admiro
nas solidões do mar!
quando o azul celeste
Descansa nessas águas!
Que plácida harmonia
então a pouco e pouco
me eleva a fantasia
a novas regiões...
dando-me ao uivo rouco
do mar nessas cavernas
o timbre das mais ternas
e pias orações!
Parece-me este mundo
todo um imenso templo!
o mar já não tem fundo
E não tem fundo o céu!
e em tudo o que contemplo,
o que diviso em tudo,
és tu...esse olhar mudo...
O mundo és tu ... e eu!
João de Deus,poeta português, considerado o poeta do amor!
de Incoercível puro,
no vôo em que divago
A tua busca, amor!
no vôo em que procuro
o bálsamo, o aroma,
que se uma forma toma
é de impalpável flor!
oh como eu te aspiro
na ventania agreste,
oh como eu te admiro
nas solidões do mar!
quando o azul celeste
Descansa nessas águas!
Que plácida harmonia
então a pouco e pouco
me eleva a fantasia
a novas regiões...
dando-me ao uivo rouco
do mar nessas cavernas
o timbre das mais ternas
e pias orações!
Parece-me este mundo
todo um imenso templo!
o mar já não tem fundo
E não tem fundo o céu!
e em tudo o que contemplo,
o que diviso em tudo,
és tu...esse olhar mudo...
O mundo és tu ... e eu!
João de Deus,poeta português, considerado o poeta do amor!

Comentários
Postar um comentário