Diocese do Crato comemora os 13 anos de episcopado de Dom Fernando Panico (da Jornalista Patrícia Silva)
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Ao final, os padres cantaram os "parabéns" e abençoaram Dom Fernando (foto:Patrícia Silva) |
Quarta feira, 25 de junho, às 8h, no antigo Palácio Episcopal, padres,
funcionários da Cúria e leigos da Diocese de Crato se reuniram para
celebrarem os 13 anos de Dom Fernando Panico como seu pastor. A
cerimônia, que teve em sua programação o lançamento oficial do novo
site da Diocese de Crato, visou celebrar a unidade da igreja diocesana
em comunhão com seu bispo. Dom Fernando Panico, que é natural da Itália,
foi ordenado no dia 31 de outubro de 1971 e assumiu sua missão
pastoral, como o quinto bispo da Diocese de Crato, no dia 29 de junho de
2001. Desde que aqui chegou, Dom Fernando vem confirmando o seu projeto
pastoral de caracterizar esta Diocese como “Romeira e Missionária”.
Desde que chegou a Diocese de Crato Dom Fernando vem deixando grandes
contribuições. Criou treze paróquias e ordenou quarenta e nove
sacerdotes. Criou o Curso Superior de Teologia no Seminário São José e
trouxe para dirigir este educandário a Companhia dos Padres de São
Sulpício (Sulpicianos) que administram por cerca de 10 anos o Seminário
de Crato. Entregou à Ordem dos Camilianos a administração do Hospital
São Francisco de Assis de Crato, que vem experimentando sucessivas
melhorias no seu funcionamento. Construiu a Cúria Diocesana e a nova
residência Episcopal, no bairro Granjeiro.
Em seu episcopado já criou três Santuários Diocesanos: o da
Igreja-Matriz de Nossa Senhora das Dores de Juazeiro do Norte, Santuário
Eucarístico que funciona na igreja de São Vicente Férrer, em Crato, e o
Santuário da Divina Misericórdia, na Igreja-Matriz de Santo Antônio, na
cidade de Barro. Conseguiu, junto ao Vaticano, a elevação da
Igreja-Matriz de Nossa Senhora das Dores de Juazeiro do Norte à condição
de Basílica Menor.
Ele foi o responsável pelo início dos estudos sobre o Processo de
Reabilitação do Padre Cícero Romão Batista, que se encontra em análise
na Santa Sé. Também teve a iniciativa da abertura do Processo Diocesano
pela Beatificação da Serva de Deus benigna Cardoso da Silva. Iniciou a
implantação de uma Fazenda da Esperança, destinada à recuperação de
dependentes químicos, no município de Mauriti. Foi o responsável pela
vinda da Comunidade Boa Nova, que trabalha na recuperação de dependentes
do álcool e de drogas, com uma unidade em funcionamento num sítio,
localizado na estrada Crato-Santa Fé.
Dom Fernando foi o grande contribuinte para a realização do 13º Encontro
Nacional das Comunidades Eclesiais de Base-CEBS, evento levado a efeito
na cidade de Juazeiro do Norte entre os dias 07 e 11 de janeiro de
2014, o maior evento católico já realizado em terras do Cariri cearense.
Seu apoio também foi de suma importância para a elevação do Mosteiro
Nossa Senhora da Vitória a Abadia, acontecido neste ano.
Todas estas boas obras, e aqui estão apenas algumas, tornam a vida da
igreja católica presente no dia-a-dia do povo, de tantos romeiros que
peregrinam por esta Diocese, animando também ao clero, que através
destas atitudes são impulsionados a se tonarem cada vez mais fiéis ao
seguinte de Cristo, como o exemplo do pastor diocesano. Segundo o Pe.
Joaquim Ivo dos Santos, pároco da Paróquia de São José, em Missão Velha,
a missão do padre é ser bom pastor, proclamar as boas novas do
evangelho e “vendo um bispo como Dom Fernando, que assume esse trabalho
com alegria, se doa, se entrega, está presente em todas as paróquias, em
todas as comunidades, isso dá uma alegria muito grande para cada padre,
suscita ainda mais o desejo por sermos missionários como o bom pastor
que é o modelo Jesus e que Dom Fernando reflete isso em seu pastoreio”
afirma.
Pe. Ivo ainda disse que “para todos nós é de muita importância o que
estamos vivenciando aqui hoje porque reflete a unidade, a solidariedade,
o amor da nossa igreja. Amor a caminhada de 100 anos da Diocese e acima
de tudo um agradecimento especial ao nosso pastor diocesano que
completa 13 anos a frente de nossa igreja diocesana, como bispo, pastor,
orientador do povo de Deus”.
(*) Patrícia Silva, jornalista da Assessoria de Imprensa da Diocese de Crato
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