Soft skills em alta: por que agências digitais precisam desenvolver líderes além da técnica -Robson V. Leite
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Soft skills em alta: por que agências digitais precisam desenvolver líderes além da técnica
À medida que o mercado digital evolui, competências comportamentais tornam‑se decisivas para performance, adaptação e liderança em ambientes complexos.
No ambiente atual de negócios digitais, dominar ferramentas e técnicas deixou de ser suficiente para garantir sucesso organizacional. Soft skills, competências comportamentais e interpessoais como comunicação, empatia, resolução de problemas e liderança, estão ganhando espaço nos critérios de desempenho e contratação. Essa mudança decorre de uma realidade em que as máquinas passam a executar tarefas rotineiras e a interação humana se torna diferencial competitivo, especialmente em equipes sujeitas a mudanças constantes, trabalho híbrido e demandas complexas.
Robson V. Leite é mentor especializado em estruturação e performance para negócios digitais e agências. Com quase duas décadas de atuação e vasta experiência prática, ele acompanha as transformações do mercado e o papel crescente das competências humanas na liderança de equipes e na gestão de operações. Sua perspectiva é baseada em casos reais de empresas que adaptaram sua estrutura para priorizar habilidades comportamentais ao lado do conhecimento técnico.
Os dados sobre o crescente peso das soft skills são claros. Um relatório do Evermonte Institute destaca que, em 2025, comunicação e escuta ativa foram apontadas por mais de 70 % dos executivos como as habilidades mais demandadas nas contratações, seguidas de inteligência emocional e resiliência, indicadores que refletem a valorização crescente das competências humanas no trabalho. Essa tendência surge em meio a ambientes colaborativos e integrados onde as competências técnicas precisam ser complementadas por habilidades que favoreçam diálogo, adaptação e coesão de equipe.
Essa valorização das soft skills faz sentido em um cenário em que liderar não é apenas distribuir tarefas, mas também interpretar sinais sociais, administrar conflitos, motivar times e conduzir mudanças sem perder foco estratégico. Para o mentor de agências, “habilidades como empatia, resolução de problemas e comunicação clara não são apenas complementares; são pilares da liderança em ambientes onde a mudança é constante”. Essa perspectiva se alinha à ideia de que líderes totalmente centrados na técnica podem enfrentar limitações quando precisam mobilizar equipes ou responder a situações inesperadas.
De fato, competências humanas permitem que gestores compreendam contextos mais amplos, antecipem riscos e alinhem pessoas a um propósito comum. A literatura sobre o tema indica que, além de habilidades cognitivas, atributos como adaptabilidade e inteligência emocional favorecem ambientes mais colaborativos e produtivos. À medida que o uso de ferramentas automatizadas cresce e rotinas operacionais se tornam mais eficientes, as soft skills emergem como fonte de vantagem competitiva, pois apenas pessoas conseguem cultivar um clima organizacional saudável e decisões estratégicas com impacto humano.
Nas agências digitais, essas competências estão diretamente ligadas ao sucesso de projetos que envolvem múltiplas partes interessadas, ciclos curtos de feedback e mudanças frequentes em demandas de clientes. A capacidade de ouvir, ajustar expectativas e comunicar decisões de forma transparente pode ser tão determinante quanto a execução técnica de uma campanha. “Liderar equipes que trabalham com tecnologia exige não apenas capacidade técnica, mas sensibilidade para interpretar o ambiente e promover colaboração contínua”, conclui Robson V. Leite.
A adoção desse enfoque comportamental também influencia a retenção de talentos. Profissionais que percebem oportunidades de crescimento em habilidades humanas sentem‑se mais valorizados e engajados, o que contribui para reduzir rotatividade e fortalecer a cultura organizacional. Do ponto de vista da performance, equipes com equilíbrio entre hard skills e soft skills tendem a superar obstáculos com maior rapidez e a adaptar‑se melhor a mudanças de mercado, o que é crucial no ambiente volátil do marketing digital.
A fonte desta pauta é Robson V. Leite é estrategista e mentor com atuação de destaque na estruturação e aceleração de agências digitais em todo o Brasil. Especialista em crescimento, performance e gestão de agências, ele une
experiência prática com uma visão estratégica de mercado para transformar pequenas operações em
negócios lucrativos e escaláveis.
Com quase duas décadas de trajetória empreendedora, Robson construiu uma carreira que vai além da teoria. Fundador da UPINSIDE em 2008, uma das pioneiras no ensino digital no Brasil, ele formou mais de 30 mil alunos e consolidou um dos maiores ecossistemas de mentoria e educação para agências da América Latina. Em 2024, criou a mentoria Agência de Valor, e no ano seguinte, lançou o Apollo Mastermind, voltado à elite da aceleração digital
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