Hoje, ao andar pelas estradas de terra e vilarejos do nosso interior, é comum encontrar pequenas igrejinhas, capelas antigas que um dia foram o coração da comunidade rural. Muitas dessas construções estão abandonadas, enfraquecidas pelo tempo… mas não pela fé.
Apesar do abandono, o que emociona é ver que ainda existem mãos dispostas a reconstruir. Grandes fazendeiros, moradores da roça, famílias que cresceram ali — todos se unem com um único propósito: restaurar esses espaços de fé. Eles fazem leilões, festas, mutirões e, com simplicidade e amor, mantêm viva a presença de Deus na zona rural.
Não importa se é uma igreja evangélica, uma capela católica ou qualquer outro templo: o respeito precisa ser o mesmo. O que realmente importa é a conexão com Deus, seja na cidade ou na roça. E que bonito é ver o povo rural valorizando isso, mantendo as portas abertas para o espiritual, para a esperança e para a comunhão.
Preservar uma igreja no campo é
preservar a história, a fé e o espírito de união. Que nunca falte essa chama acesa.
Imagem, texto e edição @ricardoboutelet
Observação: Independente da religião, devemos buscar a Deus e respeitar as diferentes formas de fé. Hoje sou evangélico, mas já fui católico e tenho um grande respeito pela Igreja Católica também — e por todas as religiões.
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